Comprara a sombrinha de tamanho grande e a mais colorida que o mercado pudesse dispor. Como era a única da loja de varejo popular, pediu e ganhou o desconto que lhe era possível, já que ela era a única e do mostruário. Andando pelo rasgo do sol do meio dia no dia mais quente do inverno nordestino, chegou a escola e recolheu a primogênita nos braços, seguindo viagem, subiu a avenida com a com braços carregados de bolsas,sacolas,criança e o objeto novo e colorido, entre suor a escorrer e perguntas cotidianas, seguia-se a viagem ao seu destino. chegando ao ponto final, ouviu a indagação. - levantando a bandeira contra o homofobismo? Ao lado o outro colega exclama. - comprou pensando no trabalho de ator... E o jovem portador da sombrinha pontua - no trabalho, no conforto e na educação da pequena, no trajeto brincamos de adivinhar as cores...

no trabalho, no conforto e na educação da pequena, no trajeto brincamos de adivinhar as cores...
ResponderExcluirbelissimo texto !
Você é danado! Admiro muito sua forma poética de mostrar através dos seus sentidos impressões imperceptíveis a olhos nu. Obrigada, aprendo muito com você.
ResponderExcluir(risos) BEIJOS QUERIDA AMIGA!
ResponderExcluirSem duvida,, você é um malabarista das palavras... te gosto bem muito.
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